| Rio Acaraú sofre degradação em alguns municípios como em Sobral FOTO: LAURIBERTO BRAGA |
O produção do documentário chegou a gravar mais de 50 horas de imagens e depoimentos para selecionar os 50 minutos. Bomfim conta que utilizou a história oral e documental para montar o roteiro. "São historiadores, habitantes da ribeira, produtores culturais e escritores que contam a história do Acaraú, trazendo o sentimento de pertença a tradições culturais e folclóricas vitalmente importantes na formação e povoamento da Zona Norte do Ceará", diz Roberto Bomfim.
Feito pela Setoceano Filmes, o documentário mostra as várias facetas do Rio Acaraú. "Discutimos no documentário a preservação do rio, de sua mata ciliar e também a degradação que ele está sofrendo", relata Bomfim.
Outra faceta retratada no filme é que o Acaraú tem garças em sua foz e apresenta desenvolvimento com a criação de camarão e peixe. "É um rio que move também a economia da Zona Norte", cita Bomfim.
Com o documentário, o Acaraú começa a ter uma importância maior para Zona Norte a partir do Século XVIII. A produção exibe isso por meio de depoimentos de pesquisadores. "Nossos depoimentos mostram que estes objetos materiais e imateriais estão cristalizados, são elementos relevantes à memória do povo cearense", destaca Bomfim.
O roteiro do filme passou pelas cidades de Tamboril, Varjota, Cariré, Groaíras, Sobral, Santana do Acaraú, Morrinhos, Marco, Bela Cruz, Cruz e Acaraú.
Fonte: DN
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