O presidente do Iêmen Ali Abdullah Saleh aceitou um acordo político negociado por países árabes vizinhos para deixar o poder em 30 dias, de acordo com informações do jornal "The Wall Street Journal".
Em troca, o presidente ganharia imunidade para ele e para os parentes. A publicação americana ouviu um dos assistentes do regime, Tariq Shami.
Saleh está há 32 anos no comando do Iêmen. Os protestos contra a permanência do regime acontecem desde janeiro.
Oposição
Até agora, a oposição exigia a saída imediata do presidente iemenita, assim como os comitês de manifestantes que organizam os protestos nas cidades do país. Estes, no entanto, rejeitam o plano proposto pelas monarquias do Golfo em sua totalidade.
Saleh afirmou na sexta-feira diante de seus partidários que aceitava o plano do Golfo, com o qual assegura querer "cooperar de forma positiva, com base na Constituição".
O presidente iemenita insiste que só deixará o poder seguindo um processo "ordenado e constitucional".
Propostas
Para sair da crise política na qual o Iêmen está imerso, o CCG (Conselho de Cooperação do Golfo) propôs a criação de um governo de união nacional, assim como a transferência das prerrogativas de chefe de Estado ao vice-presidente, além do fim das manifestações.
Segundo o plano, Saleh deve apresentar sua renúncia ao Parlamento em um prazo de 30 dias, o que permitiria que um presidente interino e um governo de união organizem eleições presidenciais nos 60 dias
Em troca, o presidente ganharia imunidade para ele e para os parentes. A publicação americana ouviu um dos assistentes do regime, Tariq Shami.
Saleh está há 32 anos no comando do Iêmen. Os protestos contra a permanência do regime acontecem desde janeiro.
Oposição
Até agora, a oposição exigia a saída imediata do presidente iemenita, assim como os comitês de manifestantes que organizam os protestos nas cidades do país. Estes, no entanto, rejeitam o plano proposto pelas monarquias do Golfo em sua totalidade.
Saleh afirmou na sexta-feira diante de seus partidários que aceitava o plano do Golfo, com o qual assegura querer "cooperar de forma positiva, com base na Constituição".
O presidente iemenita insiste que só deixará o poder seguindo um processo "ordenado e constitucional".
Propostas
Para sair da crise política na qual o Iêmen está imerso, o CCG (Conselho de Cooperação do Golfo) propôs a criação de um governo de união nacional, assim como a transferência das prerrogativas de chefe de Estado ao vice-presidente, além do fim das manifestações.
Segundo o plano, Saleh deve apresentar sua renúncia ao Parlamento em um prazo de 30 dias, o que permitiria que um presidente interino e um governo de união organizem eleições presidenciais nos 60 dias

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