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Sismo: Governo admite mais de 200 mortos

O sismo em Christchurch fez, até ao momento, 98 mortos e 226 desaparecidos. Balanço da polícia da Nova Zelândia que, pela primeira vez, avançou com uma contagem precisa do número de pessoas desaparecidas.

Mas, o primeiro-ministro já admitiu que o número de mortos possa ultrapassar os 200. Segundo a «Radio New Zeland», John Key confirmou que não há sobreviventes entre os escombros a CTV. Muitos dos desaparecidos são de lá.
Dos 226 desaparecidos também fazem parte as quarenta e oito pessoas, entre os quais 10 japoneses, que estavam numa escola na altura sismo, como confirma a própria direcção do estabelecimento. O colégio Kings Education, publicou, no seu site, os nomes dos alunos e dos membros do pessoal dados como desaparecidos, noticia a Lusa.

As autoridades pedem ajuda às famílias. A Cruz Vermelha tenta reunir informação sobre jóias, tatuagens e roupa que os desaparecidos estivessem a usar naquele dia. Também há a esperança de que alguns daqueles que constam na lista de desaparecidos tenham fugido da cidade e estejam bem.
Procurar os mortos e os desaparecidos é crucial. No entanto, não se podem esquecer os vivos. O «NZ Herald» dá conta de que abriu um novo centro para albergar os sobreviventes, enquanto se tentam melhorar as condições no estádio Cowles, uma espécie de pavilhão multiusos, copmo o Pavilhão Atlântico, em Lisboa, que noutras ocasiões recebeu jogos e concertos e que, agora, é o único tecto de milhares de pessoas.

Uma task-force do Ministério da Educação está a avaliar as condições de seguranças nas escolas e creches para saber quando podem reabrir e trazer alguma normalidade à vida das crianças.

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