O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, defendeu na noite de sexta-feira, em Carabobo (200 quilómetros a oeste de Caracas), que no país não há espaço para ditaduras, ao mesmo tempo que assegurou que a “direita venezuelana” jamais voltará a governar.
“Na Venezuela não há espaço para mais ditaduras de nenhum tipo. Esta revolução (socialista) vai com o povo, a converter o país numa verdadeira potência deste continente (…) a independência que conseguimos é a porta aberta para conseguir todos os demais bens da pátria”, disse.
Hugo Chávez falava durante as cerimónias de celebração dos 19 anos da falhada intentona golpista que liderou a 4 de Fevereiro de 1992, contra o ex-presidente Carlos Andrés Pérez, evento que, disse, “dividiu” em duas parte a história do seu país, vincando que o seu governo constrói “a democracia verdadeira”.
Com uma forte infeção gripal Hugo Chávez apareceu vestido com uniforme militar, de cor verde-oliva e um boné vermelho, para celebrar a data que disse ser o “dia da dignidade”.
“A direita venezuelana jamais voltará a governar o país, aquela intentona marcou-lhes a tumba histórica”, disse.
Por outro lado, recordou aos seus simpatizantes que está em campanha para a reeleição nas presidenciais de 2012 e condecorou com a “Ordem 4 de Fevereiro” um grupo de militares que participaram na insurreição militar que liderou, chamando-os a reunificar-se para a vitória.
As declaraçõe de Hugo Chávez surgem no momento em que a oposição venezuelana acusa o Chefe de Estado de tentar instaurar uma ditadura marxista no país, de violar direitos humanos e limitar a liberdade de expressão.
Através duma carta divulgada pela imprensa venezuelana, o ex-embaixador da Venezuela na Organização das Nações Unidas, Diego Ária, recordou ao Chefe de Estado que a falhada intentona golpista ocasionou a morte de mais de uma centena de pessoas.
“É um acto militar, cobarde, sem precedente na história do país”, disse.
Dois representantes da ONG opositora Cidadania Ativa (CA) voltaram na sexta-feira a pedir ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ) que proibisse o Governo de entregar a “Ordem 4 de Fevereiro” por considerar que a mesma “é uma forma de enaltecer os golpistas”.
Hugo Chávez falava durante as cerimónias de celebração dos 19 anos da falhada intentona golpista que liderou a 4 de Fevereiro de 1992, contra o ex-presidente Carlos Andrés Pérez, evento que, disse, “dividiu” em duas parte a história do seu país, vincando que o seu governo constrói “a democracia verdadeira”.
Com uma forte infeção gripal Hugo Chávez apareceu vestido com uniforme militar, de cor verde-oliva e um boné vermelho, para celebrar a data que disse ser o “dia da dignidade”.
“A direita venezuelana jamais voltará a governar o país, aquela intentona marcou-lhes a tumba histórica”, disse.
Por outro lado, recordou aos seus simpatizantes que está em campanha para a reeleição nas presidenciais de 2012 e condecorou com a “Ordem 4 de Fevereiro” um grupo de militares que participaram na insurreição militar que liderou, chamando-os a reunificar-se para a vitória.
As declaraçõe de Hugo Chávez surgem no momento em que a oposição venezuelana acusa o Chefe de Estado de tentar instaurar uma ditadura marxista no país, de violar direitos humanos e limitar a liberdade de expressão.
Através duma carta divulgada pela imprensa venezuelana, o ex-embaixador da Venezuela na Organização das Nações Unidas, Diego Ária, recordou ao Chefe de Estado que a falhada intentona golpista ocasionou a morte de mais de uma centena de pessoas.
“É um acto militar, cobarde, sem precedente na história do país”, disse.
Dois representantes da ONG opositora Cidadania Ativa (CA) voltaram na sexta-feira a pedir ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ) que proibisse o Governo de entregar a “Ordem 4 de Fevereiro” por considerar que a mesma “é uma forma de enaltecer os golpistas”.

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